Todo o dia, todo o dia...
Eu choro, eu rio, eu sinto a falta que me fazes.
Eu vivo, mas não sou eu, já é outro alguém que se apoderou do meu corpo, alguém vazio.
Ou se calhar até alguém cheio, só que me sugou e eu é que sou vazia.
Toda a hora, toda a hora...
Os minutos se soltam do relógio e voam pela janela.
A distância aumenta, tu foges e eu fico no mesmo sítio.
Ou se calhar eu fujo e tu ficas no mesmo sítio. Com o tempo já não sei quem corre e quem sofre.
Todo o minuto, todo o minuto...
É apenas um minuto a mais.
Ou a menos.
Não sei se ganho tempo ou se o perco, não sei se cresço ou minguo.
Todo o segundo, eu sufoco. Eu engasgo-me, eu soluço, eu morro.
Todo o segundo, eu sinto-te longe quando deverias estar perto, mais perto.
Mais perto por mais segundos, mais minutos, mais horas, mais dias.
Mais perto todo o segundo, todo o segundo...
Agora tenho este novo blogue querida! Podemos continuar a falar por lá!
ResponderEliminar10dealma.blogspot.com